A Blefaroplastia é a cirurgia estética das pálpebras que tem por objetivo remover os excessos de pele, bolsas de gordura e parte das rugas desta região.
É uma cirurgia mais frequentemente indicada após os 30 anos de idade, em função dos fenômenos de envelhecimento. No entanto, a presença de bolsas de gordura ou flacidez precoce das pálpebras estáligada a fatores genéticos, o que pode tornar recomendável a cirurgia para os mais jovens.
A blefaroplastia pode ser superior e/ou inferior e a indicação vai depender da necessidade de cada caso.
Durante a primeira consulta o paciente deverá expor o que gostaria de melhorar, ponderando com o seu cirurgião sobre os limites técnicos e as possibilidades que a cirurgia oferece.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
É importante enfatizar que os “pés de galinha” são resultantes da ação do músculo orbicular dos olhos e não é o objetivo da blefaroplastia bloquear definitivamente a ação e movimentação destes músculos, logo estas rugas permanecerão. POR ISTO, a complementação deste procedimento com a toxina botulínica muitas vezes é aconselhada para um melhor resultado.
A cirurgia é realizada em hospital, em caráter ambulatorial, ou seja, tendo sua alta prevista para o mesmo dia ou com permanência de 24h no hospital.
A anestesia é preferencialmente local com sedação, podendo também ser geral a critério do anestesista e das particularidades de cada caso.
A cirurgia dura cerca de 2 horas, devendo-se adicionar a este tempo o preparo e a recuperação pós-anestésica. Dependendo do caso existem detalhes que podem prolongar este tempo.
A remoção da pele da pálpebra superior é feita na quantidade cuidadosamente medida, deixando a cicatriz final escondida no sulco natural da pálpebra superior. Caso haja bolsa de gordura superior, estas também podem ser parcialmente removidas.
Na pálpebra inferior, a incisão da pele é feita próxima aos cílios, sendo a pele levantada e as bolsas de gordura, quando presentes, são parcialmente retiradas. O excesso de pele é finalmente removido e a sutura (pontos) aplicada.
Ao final da cirurgia serão colocados tampões de gazes com soro fisiológico gelado sobre os olhos com o objetivo de controlar o inchaço, assim como serão aplicados colírios, mantendo o repouso necessário no pós-operatório.
Equimoses (roxo), edema (inchaço), sensação de olho seco, trações no canto externo dos olhos, frouxidão da borda da pálpebra inferior (criando um espaço entre a pálpebra inferior e o olho), perda parcial dos cílios.
A pele e demais tecidos das pálpebras continuam envelhecendo, sofrendo a ação inexorável do tempo. A blefaroplastia não é uma cirurgia que dura para sempre. Poderá novamente ser recomendada dentro de anos. Esta nova cirurgia não é , entretanto, um retoque da primeira. É um novo procedimento que poderá ser indicado para tratar os efeitos do tempo sobre as pálpebras. Resultados definitivos somente devem ser considerados após 12 meses da cirurgia.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Pacientes que se submeteram à gastroplastia (redução de estômago), após o emagrecimento e a permanência do peso estável, podem realizar as cirurgias plásticas para retirada do excesso de pele e gordura em locais específicos. Tais cirurgias plásticas complementam o tratamento, o que proporciona um melhor contorno corporal, melhorando a auto-estima e a qualidade de vida dos pacientes.
O seu convênio médico ou seguro saúde pode cobrir uma ou mais cirurgias para você, mas quem pode fazer?
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu cirurgião plástico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
Veja o link deste site sobre abdominoplastia aqui.
Particularidades do ex obeso: A abdominoplastia de ex-obeso pode ter a incisão tradicional na região de baixo ventre assim como pode ser necessário fazer a incisão em âncora, que inclui a incisão em baixo ventre e a incisão vertical.
As dermolipectomias significam ressecção de pele e gordura em excesso, podem ser indicadas em braço, virilha, coxa e dorso. São indicadas a pacientes com flacidez significativa de pele pelo corpo, considerando a região específica. Em pacientes com excesso de gordura, a lipoaspiração pode oferecer resultados complementares necessários, de acordo com a avaliação de cada paciente.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa.Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Esta cirurgia almeja diminuir a flacidez da face e pescoço, assim como atenuar algumas rugas desta região.
A Ritidoplastia pode ser associada ao tratamento de algumas gorduras localizadas na face e pescoço, além da realização conjunta da blefaroplastia.
A ritidoplastia não elimina TODAS as rugas, mas o conjunto dos efeitos alcançados com a cirurgia pretende levar a uma face rejuvenescida. É possível associar, posteriormente, as toxinas botulínicas na face visando reduzir mais ainda algumas rugas.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
Após as fotografias pré-operatórias e o preparo dos cabelos, a cirurgia se inicia sob anestesia local com sedação ou geral, dependendo da indicação do anestesista ou da preferência do cirurgião e em conformidade com o(a) paciente.
As incisões cirúrgicas são planejadas para que fiquem discretas ao máximo. Inicia-se no cabelo, contornam as orelhas, sobem em direção ao couro cabeludo atrás da orelha e, posteriormente, penetram na região do cabelo. Como todas as cicatrizes, estas passarão por uma evolução natural até sua completa maturação (por volta de 6 a 12 meses), mudando do róseo ao tom semelhante da pele. Mas é bom lembrar que elas estarão lá, discretas, mas permanentes.
Removem-se os excessos de pele. É uma cirurgia de passos delicados e dura cerca de 5 a 6 horas, dependendo das associações cirúrgicas como pálpebras, sobrancelhas, mento (queixo), injeções de gordura e outras. Deve-se sempre considerar um tempo maior de permanência na clinica de cirurgia plástica (cerca de 2 a 3 horas), em função do período que antecede a cirurgia para a preparação e anestesia, bem como do período de recuperação pós-anestésica. A internação hospitalar é recomendada por 24 horas ou de acordo com cada caso em particular.
O(a) paciente sai da sala de operações com um curativo tipo “capacete” que é mantido por 24 horas, quando é feita a primeira troca por faixa, que fica mais 3 a 5 dias. Sugerimos que o paciente traga um lenço de cabeça e óculos escuros para seu retorno ao domicílio.
Toda cirurgia tem riscos, mas estes são geralmente previsíveis e na maioria das vezes, controláveis.
A cirurgia estética, por ser um procedimento eletivo (não é urgência), apresenta uma conduta cirúrgica planejada, razão pela qual os riscos sistêmicos a ela inerentes são menores que uma urgência, mas também tem seu risco natural e os imprevistos. Tudo ao nosso alcance será feito para evitá-los, buscando os melhores resultados. É importante lembrar que os maiores interessados nos bons resultados são paciente e o cirurgião. O bom relacionamento entre ambos deve ser sempre procurado nas consultas.
Proibidos, pois podem causar sangramento e hematoma:
OBSERVAÇÃO: Sangramentos copiosos ou variações volumétricas exageradas (inchaços) (na maioria das vezes unilateral) e de acontecimento súbito, acompanhados de dor, devem ser imediatamente comunicados ao seu médico. Pode se tratar de um hematoma e deve ser avaliado prontamente.
É comum o(a) paciente observar assimetrias e pequenas irregularidades na face que são absolutamente normais pois a metade direita da face é diferente da esquerda, inclusive na maneira de reagir à cirurgia. Assim, de um lado poderá haver mais edema (inchaço) que o outro ou um lado absorver mais rapidamente o edema que o outro.
A sensibilidade da face também é diferente nesta fase. Isto tudo vai retornando ao normal com o passar do tempo, pois o organismo precisa se recuperar.
Lembre-se que nenhum resultado cirúrgico deve ser avaliado antes dos três meses da intervenção, considerando a redução do inchaço. O nosso organismo trabalha dentro de uma forma ordenada e um tempo certo. Temos que controlar nossas ansiedades e aguardar a evolução natural pois aqui não podemos interferir para mudar o curso do processo cicatricial.
Equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), pequenos hematomas que podem drenar espontaneamente ou necessitar de drenagem cirúrgica, deiscência de pontos (abertura de um ponto ou outro). Outras mais complexas, mas que felizmente são raras: infecção, grande abertura de pontos, necrose parcial ou total da pele da face, grandes hematomas que precisam ser drenados em centro cirúrgico e outras intercorrências pertinentes a qualquer procedimento cirúrgico. Nestas eventualidades é fundamental manter a calma e conversar profundamente com seu médico.
A ritidoplastia não é cirurgia para o resto da vida. A qualidade dos resultados sofre alterações contínuas ao longo dos anos. Alguns fatores como idade, variação do peso corporal, qualidade e textura da pele, influências hormonais, exposições prolongadas ao sol, estilo de vida, etc. interferem no envelhecimento na face , independente de ter ou não sido operada.
A ritidoplastia não interrompe o processo evolutivo de envelhecimento, logo seus resultados não são definitivos. Podemos operar a mesma pessoa duas ou três vezes, variando somente alguns detalhes técnicos nas reoperações. A pessoa estará sempre melhor na aparência do que se nunca tivesse sido operada.
Não é possível, através da cirurgia, prometer algum resultado relacionado a idade, como se a pessoa fosse regredir no tempo. Apesar disto parecer óbvio é importante frisá-lo, pois certas informações errôneas são transmitidas por leigos desinformados ou pela Mídia distorcida, fazendo alguns pacientes acreditarem na possibilidade de se fazer “o relógio do tempo” ser retardado conforme sua vontade. Nenhum cirurgião plástico consegue voltar no tempo.
IMPORTANTE: Resultados definitivos somente devem ser considerados após 6 a 12 meses da cirurgia.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
*Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A Braquioplastia (ou Dermolipectomia de braços) é indicada para pacientes com grande flacidez cutânea no braço que podem se submeter à ressecção de pele e gordura na parte que recobre o tríceps (face triciptal do braço). Tal cirurgia proporciona um melhor contorno corporal, melhor adequação do braço a vestimentas, melhorando a auto-estima e a qualidade de vida dos pacientes. Em pacientes com excesso de gordura, a lipoaspiração pode oferecer resultados complementares necessários, de acordo com a avaliação de cada paciente.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
>A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A Ninfoplastia, também chamada de Cirurgia íntima, é uma cirurgia realizada nas bordas dos pequenos lábios da vulva, retirando pele e mucosa excedente para fora dos grandes lábios.
Esta cirurgia pode ser indicada quando o tamanho dos pequenos lábios excede os grandes lábios, trazendo incômodo durante a relação sexual, quando dá grande volume em biquíni e lingeries, quando dói ou incomoda no dia a dia ao usar roupas justas, ou quando somente atrapalhar esteticamente.
Geralmente após a cirurgia íntima poucas pacientes se queixam de dor intensa. O pós-operatório é tranquilo, habitualmente, mas apresenta algum inchaço.
Após a cirurgia não há impedimento para ficar sentada e a sensibilidade retorna ao normal assim que o inchaço for passando. E a higiene local é muito importante.
Deve-se tomar antibiótico e evitar relação sexual por cerca de 30 dias.
Não há necessidade de se retirar pontos. A anestesia pode ser local com sedação ou RAC. A paciente opera e obtem alta hospitalar no mesmo dia.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
O pós-operatório da Ninfoplastia não é muito doloroso, causando algumas vezes inchaços e equimoses (roxo).
A cirurgia não atrapalhará a sensibilidade dos pequenos lábios nem do clitóris.
Da mesma forma que em várias outras cirurgias plásticas, o resultado definitivo poderá ser observado do terceiro ao sexto mês de pós-operatório. Mas com um mês após a cirurgia já se vê um resultado bem significativo
São muito raras as complicações neste tipo de cirurgia, porém podem ocorrer hematomas, infecção e a abertura de um ponto ou outro.
Algumas recomendações de pós-operatório incluem:
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Ginecomastia é o crescimento das mamas masculinas gerado por acúmulo de gordura ou crescimento da glândula mamária masculina.
Na cirurgia de ginecomastia é feito um corte pequeno na parte inferior do mamilo, removendo por esta incisão a glândula mamária do homem. A anestesia utilizada pode ser local, com sedação, ou geral, de acordo com a indicação e, geralmente, o paciente recebe alta no mesmo dia, não necessitando de internação. É possível a adoção da lipoaspiração como procedimento coadjuvante ao tratamento.
No caso de dúvidas, o paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que o paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
Andrógenos são hormônios que criam características masculinas, tal como crescimento de pelos, tamanho do músculo e voz grossa. Estrogênios são hormônios que criam características femininas. Todos os homens possuem andrógenos e estrogênios.
As alterações nos níveis desses hormônios, ou como o corpo utiliza ou responde a esses hormônios podem causar aumento das mamas nos homens.
Mais da metade dos meninos desenvolve ginecomastia durante a puberdade. Na vida adulta pode haver outras causas:
Ginecomastia (novo aumento do volume da mama operada)se a causa que gerou não for removida. Nesses casos há necessidade de uma cirurgia com os custos arcados pelo paciente.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar do paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica e a confiança no cirurgião plástico sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa.Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A Blefaroplastia é a cirurgia estética das pálpebras que tem por objetivo remover os excessos de pele, bolsas de gordura e parte das rugas desta região.
É uma cirurgia mais frequentemente indicada após os 30 anos de idade, em função dos fenômenos de envelhecimento. No entanto, a presença de bolsas de gordura ou flacidez precoce das pálpebras estáligada a fatores genéticos, o que pode tornar recomendável a cirurgia para os mais jovens.
A blefaroplastia pode ser superior e/ou inferior e a indicação vai depender da necessidade de cada caso.
Durante a primeira consulta o paciente deverá expor o que gostaria de melhorar, ponderando com o seu cirurgião sobre os limites técnicos e as possibilidades que a cirurgia oferece.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
É importante enfatizar que os “pés de galinha” são resultantes da ação do músculo orbicular dos olhos e não é o objetivo da blefaroplastia bloquear definitivamente a ação e movimentação destes músculos, logo estas rugas permanecerão. POR ISTO, a complementação deste procedimento com a toxina botulínica muitas vezes é aconselhada para um melhor resultado.
A cirurgia é realizada em hospital, em caráter ambulatorial, ou seja, tendo sua alta prevista para o mesmo dia ou com permanência de 24h no hospital.
A anestesia é preferencialmente local com sedação, podendo também ser geral a critério do anestesista e das particularidades de cada caso.
A cirurgia dura cerca de 2 horas, devendo-se adicionar a este tempo o preparo e a recuperação pós-anestésica. Dependendo do caso existem detalhes que podem prolongar este tempo.
A remoção da pele da pálpebra superior é feita na quantidade cuidadosamente medida, deixando a cicatriz final escondida no sulco natural da pálpebra superior. Caso haja bolsa de gordura superior, estas também podem ser parcialmente removidas.
Na pálpebra inferior, a incisão da pele é feita próxima aos cílios, sendo a pele levantada e as bolsas de gordura, quando presentes, são parcialmente retiradas. O excesso de pele é finalmente removido e a sutura (pontos) aplicada.
Ao final da cirurgia serão colocados tampões de gazes com soro fisiológico gelado sobre os olhos com o objetivo de controlar o inchaço, assim como serão aplicados colírios, mantendo o repouso necessário no pós-operatório.
Equimoses (roxo), edema (inchaço), sensação de olho seco, trações no canto externo dos olhos, frouxidão da borda da pálpebra inferior (criando um espaço entre a pálpebra inferior e o olho), perda parcial dos cílios.
A pele e demais tecidos das pálpebras continuam envelhecendo, sofrendo a ação inexorável do tempo. A blefaroplastia não é uma cirurgia que dura para sempre. Poderá novamente ser recomendada dentro de anos. Esta nova cirurgia não é , entretanto, um retoque da primeira. É um novo procedimento que poderá ser indicado para tratar os efeitos do tempo sobre as pálpebras. Resultados definitivos somente devem ser considerados após 12 meses da cirurgia.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
O objetivo da Cirurgia Plástica do Nariz, chamada de Rinoplastia, é um resultado harmônico, natural, com formas e traços adequados para as peculiaridades da face de cada pessoa.
O Cirurgião Plástico vai ouvir os desejos de cada paciente e explicar as possibilidades cirúrgicas para cada caso. Juntamente com o paciente, o Cirurgião Plástico tentará chegar na ideia aproximada de nariz desejado conforme as peculiaridades de cada um, contanto que esta pessoa tenha uma expectativa realista. Não há como oferecer um nariz igual ao de outra pessoa nem como fazer um nariz igual para todo mundo, pois cada face tem um nariz adequado para suas características.
Ao indicar a cirurgia de nariz, temos que considerar o seu tipo de pele, a estrutura das cartilagens, as estruturas dos ossos nasais, a estrutura do septo e as proporções da face individualmente. O nariz é uma estrutura harmônica com a face e suas proporções. O nariz não pode ser considerado isoladamente sem medir comprimentos e ângulos da face, além de analisar as outras estruturas da face como boca, queixo, fronte (testa), orelhas, olhos, malar (maçã do rosto), entre outras proporções que influenciam no tamanho e harmonia do nariz.
A estrutura do nariz é complexa e varia em seu formato e estrutura conforme a etnia, raça, sexo, idade, genética, proporção facial, tipo de pele, entre outras especificações complexas de proporções de face.
Esclarecido esse importante ponto, fica mais fácil compreender que não há como fazer um nariz igual ao de um “artista” determinado ou de uma “modelo”, já que cada um tem seu nariz dentro das suas harmonias e medidas faciais, que possuem características diferentes em relação à face ou nariz.
Quando se entende estes aspectos, é possível perceber que um nariz que é bonito em uma pessoa pode ser que fique em desarmonia com o conjunto facial de outra pessoa.
É importante informar ao médico caso haja queixas funcionais, como dificuldades de respirar, reações alérgicas frequentes ou qualquer outra queixa relacionada ao nariz, pois pode haver alguma deformidade anatômica que pode ser operada no mesmo tempo cirúrgico para melhora funcional. Nesses casos, pode haver a necessidade de um otorrinolaringologista para se alcançar esses resultados. O seu cirurgião lhe dará todas as explicações necessárias.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
A cirurgia pode durar de 1 a 3 horas.
A anestesia pode ser local com sedação ou geral, considerando-se a avaliação do anestesista e do cirurgião.
A cirurgia pode ser realizada através das narinas (conhecida como cirurgia fechada), com material apropriado para operar as estruturas nasais a serem modificadas, não resultando em incisões cirúrgicas com cicatrizes externas. A outra alternativa é a cirurgia com incisão externa (conhecida como cirurgia aberta) que possui discreta incisão na columela nasal (estrutura nasal entre as narinas) e o restante por dentro do nariz, mas deixam cicatrizes, no local da incisão cirúrgica, bem discretas . A indicação de cirurgia aberta ou fechada será feita em cada caso na consulta, já que as particularidades existem, assim como as alternativas para tratá-las.
Pode ser que haja necessidade de usar tampões nasais que permanecerão 1 ou 2 dias no pós-operatório. Neste período o(a) paciente deverá respirar pela boca. O curativo quase sempre envolve um gesso ou um material plástico moldável em cima do nariz com a função de imobilizar as estruturas nasais e controlar o edema durante os primeiros 7 dias, conferindo o repouso e estabilização necessários à cicatrização. Após a retirada do gesso nasal a paciente pode manter por algum tempo ainda curativo de micróporo somente por cima do nariz, ajudando no controle de edema e como um auxilio na estabilização nasal.
* Não trocar ou manipular os curativos, mesmo que haja um pequeno sangramento. Todas as trocas de curativos serão feitas no consultório, o paciente poderá somente andar com um lenço de papel para secar as secreções nasais.
Massagens nasais são estimuladas a partir de 2 semanas após a cirurgia. Como fazê-las será explicado nas consultas.
Temos que controlar nossas ansiedades e aguardar a evolução natural pois não podemos mudar muito o curso do processo de recuperação.
Equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), Extrusão de pontos (eliminação de pontos internos), deiscência de pontos (abertura algum ponto), pequenos sangramentos pelo nariz, vazamento de pequena quantidade de coriza hialina nos primeiros 10 dias, estruturas nasais internas inchadas com leve dificuldade de respiração pelo nariz nos primeiros dias. Raramente o sangue poderá deixar a escalera (conhecida como o branco do olho) avermelhada e isso não significa problemas, não devendo ser motivo de preocupações. Pode haver a formação de crostas que deverão se cuidadosamente removidas com cotonetes úmidos suavemente.
Outras ocorrências indesejáveis e mais complexas, que felizmente são raras: infecção, necrose parcial ou total da pele do nariz, epistaxe (sangramento intenso pelo nariz). Nestas eventualidades é fundamental manter a calma e conversar profundamente com seu médico que cuidará atentamente do seu caso.
Continuar confiando no seu médico ainda é o melhor caminho e ele saberá como lhe ajudar.
O nariz fica bastante inchado 1 mês, algum resultado mais fidedigno, mas ainda parcial, pode ser visto após 3 meses da cirurgia e o resultado definitivo demora de 6 meses a 1 ano.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A Orelha Proeminente, muitos chamam de “orelha em abano”, é uma conformação congênita da orelha, de característica muitas vezes familiar, geralmente bilateral, cujas alterações consistem em um aumento do ângulo (abertura da orelha) em relação à cabeça e alterações de alguns relevos da orelha. A otoplastia se propõe a modelar a cartilagem auricular.
A idade inicial para a correção deste tipo de alteração é a pré-escolar, ou seja, a partir dos seis aos sete anos de idade. Isto porque nesta idade as orelhas já estão quase totalmente formadas e no tamanho de adulto.
Quanto mais próximo aos seis anos de idade o paciente operar, pode ser melhor para evitar problemas de ordem psicológica e Bullying. Todavia, nada impede que tal correção seja feita em outras fases posteriores da vida.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
A otoplastia é realizada sob anestesia local e sedação ou geral, a critério do anestesista e do cliente. Quando a criança é de baixa idade e se apresenta muito agitada ou ansiosa com a cirurgia, recomendamos a anestesia geral para conseguirmos a devida imobilização do(a) paciente. Neste aspecto é muito importante que a criança esteja motivada para a cirurgia e realmente desejando as melhoras propostas pois assim ela participa e colabora bastante com o procedimento, até permitindo a cirurgia com anestesia local.
A duração da cirurgia de otoplastia é de aproximadamente duas horas. A internação hospitalar pode durar 24h ou ser ambulatorial, ou seja, o (a) paciente pode ir para casa no mesmo dia, salvo se ocorrerem alterações pós-operatórias (recuperação anestésica, sangramentos). As cicatrizes deste tipo de cirurgia geralmente não são visíveis em razão de se localizarem atrás das orelhas. Sendo uma região de pele muito fina, a tendência da cicatriz é ficar de bom padrão.
As cicatrizes também podem evoluir com queloides dependendo da genética de cada um.
Equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), pequenos hematomas que podem drenar espontaneamente ou mediante procedimento, eliminação de pontos internos (por volta de 3 semanas), deiscência de pontos (abertura de um ponto ou outro).
Outras intercorrências indesejáveis e mais complexas, que felizmente são raras : infecção, grande deiscência de pontos, necrose parcial ou total da pele das orelhas, grandes hematomas que precisam ser drenados e as intercorrências pertinentes a qualquer procedimento cirúrgico.
Assimetria, por estourar um ponto que segurava o formato da cartilagem. Geralmente só ocorre isto se houver um trauma da orelha no pós-operatório recente.
IMPORTANTE: Resultados definitivos somente devem ser considerados após 12 meses da cirurgia.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A Mastopexia ou cirurgia para corrigir a queda da mama, também chamada de lifting mamário, visa subir a mama, reduzir e reposicionar os mamilos com pequena ou nenhuma redução de volume mamário.
Esta cirurgia está indicada nos casos de mamas de volume normal, mas que já apresentam queda após amamentação, variação de peso ou efeito da própria idade e gravidade.
As mastoplastias estéticas podem ser realizadas a partir do completo desenvolvimento das mamas, o que consideramos ocorrer aos 18 anos. Geralmente observamos pacientes com mais idade querendo fazer este procedimento, mas dependendo da genética e da variação de peso, mesmo as jovens podem recorrer a esta cirurgia. Ao considerarmos o período de lactação, recomendamos aguardar pelo menos 6 meses após interrompê-lo para programar sua cirurgia de mastopexia.
Lactação e sensibilidade são mantidas desde que estas condições já existam antes da cirurgia. As técnicas utilizadas mantêm glândula e ductos mamários disponíveis para amamentação.
Logo após a mastopexia pode haver uma diminuição da sensibilidade que aos poucos irá retornando ao normal. Obviamente que nos casos de ablação (retirada) da glândula mamária para tratamento de uma doença benigna ou maligna ou ainda nas grandes resseções (chamadas gigantomastias) prévias, estas funções podem estar comprometidas.
É extremamente importante ressaltar que as assimetrias mamárias são muito frequentes, podendo ser decorrentes do formato assimétrico das mamas ou do tórax (em geral alterações congênitas). Quase todas as mulheres já possuem uma mama diferente da outra. Assim, podemos dizer que a simetria milimétrica das mamas nem sempre pode ser alcançada pela cirurgia, mas procuramos sempre deixar o mais simétrico POSSÍVEL.
As cicatrizes das mastopexias geralmente são em “T” invertido. Em alguns casos pode ficar só vertical e periareolar.
Cada técnica tem sua indicação apropriada e, para alcançar forma e tamanho desejados, será indicada a técnica que deixará as melhores e menores cicatrizes possíveis para cada caso.
As cicatrizes, se bem tratadas, podem ficar bem discretas, o que inevitavelmente dependerá de sua genética.A tendência – e nosso objetivo – é que fiquem com o aspecto de uma linha de tonalidade pouco diferente da pele e localizadas em áreas que possam ser encobertas pelas vestes de banho e roupas íntimas. Entretanto, o resultado final vai depender da reação de cada organismo.
Menos frequentemente, pode ocorrer o inverso e as cicatrizes sofrerem um alargamento, ou tornarem-se grossas, altas e duras, formando queloides. Estes estão relacionados à qualidade da pele e à genética da paciente, não decorrendo do modo como foi realizada a cirurgia. Se ocorrerem, seu médico lhe dará toda a orientação e tratamento adequados, indicando, quando pertinente, uma cirurgia oportuna.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
A mastopexia pode ser realizada ambulatorialmente, ou seja, podendo ter alta hospitalar no mesmo dia da operação. O ato dura cerca de 3 horas.
Pode ser usada outra anestesia, dependendo da avaliação do caso pela equipe cirúrgico-anestésica. Tudo isto será conversado com a paciente antes da cirurgia, ponderando-se todos os aspectos.
O curativo é feito de forma a ajudar na modelagem das mamas devendo ser sobreposto por um soutien adequado. Somente autorizamos a retirada do soutien para o banho.
Toda e qualquer anormalidade encontrada durante a cirurgia como cistos ou nódulos serão encaminhados para exame específico, assim como também serão examinadas as peças cirúrgicas removidas nas cirurgias redutoras ou modeladoras. Os custos destes exames são de responsabilidade da paciente, devendo ser acertados diretamente no hospital ou laboratório responsável pela execução, ou pelo convenio/seguro saúde, se for o caso.
Qualquer dúvida não encontrada nestas orientações, entre em contato com seu médico.
São situações que surgem no período pós-operatório e não interferem no resultado. São exemplos: equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), pequenos hematomas que podem ser reabsorvidos, drenados espontaneamente ou necessitar de drenagem cirúrgica. Extrusão de pontos (por volta de 3 semanas), deiscência de pontos (abertura de um ponto ou outro), parestesias, que são alterações temporárias da sensibilidade ou formigamento.
ATENÇÃO: Sangramentos copiosos ou variações volume tricas exageradas (aumento da mama) (na maioria das vezes unilateral) e de modo súbito, acompanhados de dor, devem ser imediatamente comunicados ao seu médico. Pode se tratar de um hematoma súbito e deve ser avaliado prontamente.
Outras intercorrências mais complexas, que felizmente são raras:
Evolução a longo prazo
A mastopexia não é cirurgia para o resto da vida. A qualidade dos resultados sofre alterações contínuas ao longo dos anos. Alguns fatores como idade, variação do peso corporal, qualidade e textura da pele, influências hormonais, gravidez, lactação, substituição adiposa das glândulas mamárias, interferem de forma incisiva nas mamas, independentemente de terem ou não sido operadas.
IMPORTANTE: Resultados definitivos somente devem ser considerados após 6 a 12 meses após a cirurgia.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
>A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A mastoplastia redutora tem como objetivo diminuir o volume e melhorar o contorno das mamas. As mastoplastias redutoras visam alcançar proporções mais harmônicas entre as mamas, o tórax e conseqüentemente com o conjunto corporal. Na maioria das vezes as reduções mamárias são acompanhadas da correção de algum assimetria existente.
É extremamente importante ressaltar que as assimetrias mamárias são muito frequentes, podendo ser decorrentes do formato assimétrico das mamas ou do tórax (em geral alterações congênitas). Assim, podemos dizer que a simetria exata das mamas nem sempre pode ser alcançada pela cirurgia, mas procuramos sempre deixar o mais simétrico POSSÍVEL.
As cirurgias de redução das mamas sempre deixam as marcas da incisão cirúrgica. São denominadas “cicatrizes”, cuja forma, tamanho e posição variam de acordo com a técnica empregada e com a genética de cada paciente.
Atualmente as técnicas mais comuns deixam as cicatrizes mamárias em forma de “T” invertido, e ou ao redor da aréola, que vão adquirir com o tempo o aspecto de uma linha de tonalidade semelhante a da cor da pele, podendo ser mais clara ou mais escura que a pele.
As incisões ficam localizadas em áreas que, na maioria das vezes, são encobertas por biquínis ou soutiens. Porém, podem ocorrer alterações da cicatriz da paciente como alargamento, cicatriz hipertrófica ou quelóide. Estes estão relacionados à qualidade da pele e genética da paciente, não decorrendo do modo como foi realizada a cirurgia. Se ocorrerem, seu médico dará dicas e orientações de tratamento adequado. E para minimizar as chances delas ocorrerem, seu médico lhe dará alguns tratamentos de prevenção.
Lactação e sensibilidade geralmente são mantidas dependendo da técnica utilizada, porém algumas técnicas podem reduzir a chance de amamentação. Logo após a operação pode haver uma diminuição da sensibilidade (neuropraxia), que aos poucos irá retornando ao normal. Raros são os casos em que a sensibilidade não retorna.
As mastoplastias estéticas podem ser realizadas a partir do completo desenvolvimento das mamas. Isto tem ocorrido mais precocemente nas últimas décadas devido às mudanças impostas pelas alterações dos hábitos de vida como o uso freqüente de hormônios femininos e o início da atividade sexual, dentre outros fatores. Assim, com cerca de 15 a 17 anos já é possível operar as adolescentes com desenvolvimento completo das mamas. Ao considerarmos o período de lactação, recomendamos aguardar pelo menos 6 meses após interrompê-lo para programar a cirurgia.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
A cirurgia de mamoplastia redutora dura cerca de 3 horas e, em geral, é realizada sob anestesia geral. Pode ser usada outra anestesia como local e sedação ou mesmo a peridural com cateter, dependendo da avaliação do caso pela equipe cirúrgico-anestésica. Tudo isto será conversado com você antes da cirurgia, ponderando-se todos os aspectos. O tempo total que a paciente fica no centro cirúrgico é maior que 3 horas, pois tem o tempo de preparo da sala cirúrgica e recuperação anestésica.
As incisões nas mamas são realizadas de acordo com a programação prévia, removendo e /ou reposicionando os tecidos mamários. São dados pontos de sustentação e modelagem das mamas após um rigoroso controle da hemostasia (cauterização de pontos sangrantes). Faz-se o fechamento por planos dos tecidos com diversos pontos que serão removidos nos retornos do(a) paciente no consultório. Na parte externa da mama (na pele) podem ser usados pontos intradérmicos (que não aparecem na pele) e pode ser utilizada cola cirúrgica.
O curativo é feito de forma a ajudar na modelagem das mamas devendo ser sobreposto por um soutien adequado.
Toda e qualquer anormalidade encontrada durante a cirurgia como cistos ou nódulos serão encaminhados para exame específico, assim como também serão examinadas as peças cirúrgicas removidas nas cirurgias redutoras. Os custos destes exames são de responsabilidade do(a) paciente, devendo ser acertados diretamente no hospital ou laboratório responsável pela execução, ou pelo convenio/seguro saúde, se for o caso.
Equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), pequenos hematomas que podem drenar espontaneamente ou necessitar de drenagem cirúrgica.
Eliminação de pontos internos (extrusão), deiscência de pontos (abrir um ponto ou outro), alterações transitórias de sensibilidade.
Outras intercorrências indesejáveis e mais complexas, que felizmente são raras: infecção, grande deiscência (abertura) de pontos, necrose (morte do tecido) parcial ou total da pele das aréolas ou do “T”, grandes hematomas que precisam ser drenados em centro cirúrgico, necrose da gordura no local dos pontos internos, e as intercorrências pertinentes a qualquer procedimento cirúrgico e anestésico. Pode ocorrer algum comprometimento do aleitamento materno após esta cirurgia, mas existem vários recursos para ajudá-la nestas situações. Também nos casos de gravidez posterior pode ocorrer alteração da forma e elasticidade da pele até mesmo com formação de estrias e pigmenta%
Esta cirurgia pode ser realizada em pacientes com Hipomastia (mamas de pequeno volume), pode ser realizada para simetrizar mamas de tamanhos diferentes (pequenas ou grandes diferenças) e nos casos em que a mama tem volume normal, mas a paciente deseja o aumento volumétrico das mamas para melhoria do contorno corporal.
As mastoplastias estéticas de aumento podem ser realizadas a partir do final do crescimento e desenvolvimento das mamas. Isto ocorre por volta dos 17 ou 18 anos. Mulheres que já amamentaram, recomenda-se aguardar pelo menos 6 meses após o fim da amamentação para agendar a cirurgia.
O conteúdo da prótese é o silicone, atualmente é gelatinoso e coesivo. Nestas condições ele é um produto inerte e com alta segurança já que, devido à sua consistência coesiva, caso haja uma ruptura da superfície da prótese, o gel de silicone não se dispersará. A rejeição da prótese de silicone praticamente não ocorre, o que pode ocorrer são reações do organismo contra a prótese fazendo uma cápsula ao redor dela. Esta cápsula pode ter contratura, um dos motivos que pode determinar a necessidade de eventual troca ou tratamento medicamentoso.
O aumento das mamas preserva todas as suas funções. Lactação não se altera. Se a mulher amamenta ou não isto se dá por suas características físicas e genéticas, não por ter colocado prótese. Logo após a operação pode haver uma diminuição da sensibilidade que, aos poucos, irá retornando ao normal. Apenas em raros casos a sensibilidade não retorna.
É extremamente importante ressaltar que as assimetrias mamárias são muito frequentes, podendo ser decorrentes do formato assimétrico das mamas ou do tórax (em geral alterações congênitas). Assim, podemos dizer que a simetria exata das mamas nem sempre pode ser alcançada pela cirurgia, mas procuramos sempre deixar o mais simétrico POSSÍVEL.
Serão apresentados na consulta diversos volumes de próteses mamárias, diversas medidas do tórax e da mama serão tiradas, alem de esclarecer sobre as diversas projeções e formatos de próteses.
O cirurgião adequará seu desejo às possibilidades técnicas tentando equilibrar o contorno corporal.
A opinião do cirurgião plástico é extremamente importante na determinação do tamanho das próteses pela sua vivência, porém, avaliando todos estes aspectos juntamente com o Cirurgião Plástico, a escolha da prótese deve ser feita pela paciente, equilibrando e harmonizando suas preferências com as opiniões que recebeu do médico.
Podem ser testados alguns tamanhos das mamas com moldes durante a cirurgia e será escolhido o mais harmônico em relação à estrutura corporal.
Os exames de rotina para rastreamento de câncer de mama pode ser feitos. Recomenda-se Ultrassom, Ressonância Magnética ou a própria mamografia (incidência de Eklund para mamografia). Não há evidência de que a prótese de mama oculte ou retarde o diagnóstico de câncer de mama.
As incisões cirúrgicas poderão ser posicionadas no sulco submamário (formato horizontal), na aréola (em forma semicircular) ou na axila.
Cada técnica tem suas particularidades e sua indicação apropriada. Será discutido com a paciente a melhor incisão cirúrgica para alcançar forma e tamanho desejados. Será indicada a técnica que deixará as melhores e menores cicatrizes possíveis para o caso específico.
Todos os dados relativos à sua saúde serão questionados, incluindo doenças prévias ou em tratamento, uso de medicamentos, tabagismo, alergias medicamentosas, alimentares ou diversas, cirurgias prévias, história familiar para câncer de mama, condições de controle das mamas com o especialista etc.
Após conversar com seu médico e esclarecer todas as suas dúvidas, ele lhe indicará alguns exames de sangue, solicitará a mamografia, ultrassom ou outro exame específico que possa ajudar no esclarecimento diagnóstico. Se houver nódulo ou imagem suspeita a paciente deverá passar com mastologista.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
A cirurgia pode ser realizada ambulatorialmente, o que significa ter alta hospitalar no mesmo dia da operação ou a paciente ficará 1 noite no hospital. O ato dura cerca de 1,5 a 2 horas e, em geral, é realizado sob anestesia local com sedação ou anestesia geral. Tudo isto será conversado com a paciente antes da cirurgia, ponderando-se todos os aspectos.
As próteses podem ser colocadas em três planos distintos: retro glandular (logo atrás da glândula mamária), retro fascial (atrás da fáscia do músculo peitoral) ou retro muscular (atrás do músculo peitoral maior). Cada possibilidade será explicada detalhadamente pelo seu médico.
O curativo é feito de forma a ajudar na modelagem das mamas devendo ser sobreposto por um soutien adequado (cirúrgico). Somente autorizamos a retirada do soutien para o banho. Toda e qualquer anormalidade encontrada durante a cirurgia como cistos ou nódulos serão encaminhados para exame específico, assim como também serão examinadas as peças cirúrgicas removidas nas cirurgias redutoras ou modeladoras. Os custos destes exames são de responsabilidade do paciente, devendo ser acertados diretamente no hospital ou laboratório responsável pela execução, ou pelo convenio/seguro saúde, se for o caso.
Sangramentos copiosos ou variações volumétricas exageradas (aumento da mama na maioria das vezes unilateral) de acontecimento súbito, acompanhados de dor, devem ser imediatamente comunicados ao seu médico. Pode se tratar de um hematoma e deve ser avaliado prontamente.
Equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), pequenos hematomas que podem resolver espontaneamente, eliminação de pontos internos (extrusão), pequena deiscência de pontos (abertura de um ponto ou outro), alterações transitórias da sensibilidade, dor leve a moderada.
A formação de uma cápsula fibrosa envolvendo as próteses é uma evolução indesejável. Felizmente é rara atualmente. O nosso organismo reage contra a prótese como reage a qualquer material estranho introduzido no corpo. Como consequência disto, o corpo cria uma cápsula fibrosa, para isolá-las completamente. Assim, todas as próteses são recobertas por uma cápsula de diferentes espessuras, que começa a se desenvolver após algumas semanas da cirurgia. O grau de encapsulamento é variável, podendo ir de imperceptível (não necessitando de tratamento cirúrgico) até o comprometimento das mamas com dor e deformidade. Nos casos leves pode ser feito tratamento medicamentoso, e em casos extremos, o tratamento é cirúrgico com substituição ou mesmo retirada das próteses.
Outras intercorrências mais complexas, que felizmente são raras: infecção, extrusão da prótese, grandes hematomas que precisam ser drenados e as intercorrências pertinentes a qualquer procedimento cirúrgico. Nestas eventualidades é fundamental manter a calma e conversar profundamente com seu médico que cuidará atentamente do seu caso.
A mastoplastia de aumento não é uma cirurgia que mantém o resultado para o resto da vida. A qualidade dos resultados sofre alterações contínuas ao longo dos anos. Alguns fatores como idade, variação do peso corporal, gravidade, qualidade e textura da pele, influências hormonais, gravidez, lactação e substituição adiposa das glândulas mamárias interferem de forma incisiva nas mamas, independentemente de terem ou não sido operadas.
Existe ainda a possibilidade da troca das próteses por outras de maior ou menor volume de acordo com a vontade da cliente ou a necessidade de adequação às novas condições das mamas. Assim, nova cirurgia poderá ser indicada quando, com o passar do tempo, estas alterações se apresentarem e alterar o formato e/ou volume mamários.
A troca das próteses mamárias, hoje em dia, somente é recomendada nos casos de ruptura, deformidades morfológicas, encapsulamento severo, infecção ou desenvolvimento de doenças mamárias incompatíveis com a permanência deste corpo estranho no organismo. O controle mamográfico e cirúrgico rigorosos irá detectar estas alterações, indicando a troca. Não há obrigatoriedade de troca a cada 10 anos.
Resultados definitivos somente devem ser considerados após 12 meses da cirurgia. As cirurgias de retoques, quando necessárias, serão aconselhadas pelo cirurgião, devendo-se respeitar o tempo necessário para a adequação dos tecidos e acomodação das cicatrizes.
O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A explicação sobre os preços e condições de pagamento serão feitos somente em consulta.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A mastectomia é a remoção do tecido mamário contendo células cancerosas ou pré-cancerosas. A quantidade de tecido removido durante a mastectomia é variável, produzindo deformidades variáveis para cada caso, levando-se também em consideração o tamanho da mama, o tipo de tumor – mais ou menos agressivo -, o estágio do câncer e outros aspectos do corpo da mulher.
A reconstrução da mama é realizada através de várias técnicas de cirurgia plástica que tentam restaurar a mama considerando-se a forma, a aparência e o tamanho após a mastectomia.
A paciente que deseja ter a mama reconstruída precisa saber quais são as opções disponíveis, o que significa cada procedimento e o porquê do cirurgião escolher uma determinada técnica como a melhor opção para seu caso.
Vale lembrar que, nem todas as mulheres submetidas a uma mastectomia sentem necessidade de realizar a Reconstrução Mamária, mas para a maioria torna-se uma satisfação pessoal. Isso porque, as mamas constituem o principal símbolo de feminilidade e, além da função de amamentação, ela é fundamental na identidade psicológica, na auto-imagem, na sexualidade e na autoestima. Por isso, tem sido cada vez maior o reconhecimento da importância da reconstrução mamária para a melhoria da qualidade de vida das pacientes.
A primeira decisão é se a reconstrução mamária será imediata (durante a mastectomia) ou tardia (meses ou anos após a mastectomia).
O cirurgião plástico ou médico e a paciente deverão decidir em conjunto.
O tipo de reconstrução varia, e ela pode ser feita usando partes do próprio corpo da paciente (através dos retalhos), implantes mamários (silicone), ou a combinação desses métodos.
O método de reconstrução mais indicado dependerá do tipo da mastectomia realizada, do estágio do tumor quando ele foi descoberto e de características do corpo da paciente.
Por isso, é extremamente importante que a paciente busque um médico totalmente preocupado em proporcionar além de um contorno corporal bonito, mais qualidade de vida.
A reconstrução envolve, tipicamente, vários procedimentos realizados em múltiplos estágios, podendo:
É importante que a paciente se sinta pronta para o aspecto emocional envolvido na reconstrução de mama, pois pode levar algum tempo para aceitar os resultados da reconstrução.
Anestesia para todas as etapas: Através de medicamentos administrados na veia e via respiratória, para o conforto da paciente, pode-se fazer a anestesia local com sedação intravenosa ou a anestesia geral. A equipe médica irá recomendar a melhor opção para cada caso.
Técnicas de retalhos com músculo, gordura e pele próprios da paciente para criar ou recobrir o local em que foi retirada a mama
O retalho “TRAM”: usa o músculo reto abdominal, gordura e pele do abdômen da paciente para reconstruir a mama. O retalho pode permanecer com o suprimento sanguíneo original e ser tune lizado para chegar na caixa torácica, ou pode ser completamente separado para formar a nova mama e ser sustentado por uma ligação microcirúrgica com os vasos do tórax.
Como alternativa, o cirurgião pode escolher o “DIEP”, que não usa músculo, somente a pele e gordura do abdome. A ligação e sobrevivência do retalho na mama é feita por uma nova irrigação sanguínea microcirúrgica com vasos do tórax.
O retalho do músculo grande Dorsal utiliza músculo, gordura e pele das costas, tunelizados para o local da mastectomia, permanecendo com seu suprimento sanguíneo original das costas.
Há casos em que somente o retalho basta para reconstruir a mama, mas por vezes deve sera associado ao implante mamário.
Expansão da pele saudável para dar cobertura a um implante mamário de silicone
Este procedimento inclui um expansor na mama e requer retornos ao consultório, por 3 a 6 meses, após a colocação do expansor, para ir enchendo o expansor através de uma válvula interna e expandir a pele. Um segundo procedimento cirúrgico será necessário para substituir o expansor, por um implante mamário de silicone.
Possibilidade de procedimento 3: Cirurgia de colocação do implante mamário logo na primeira cirurgia
Este tipo de reconstrução é reservado para pacientes que ainda mantiveram tecido mamário suficiente para recobrir com segurança o implante de silicone, ou no caso de ser associado retalho e implante mamário de silicone em uma cirurgia só. O implante mamário pode ser um complemento ou uma alternativa para técnicas de retalhos. O cirurgião ajudará a paciente a decidir qual a melhor alternativa.
Finalizando a reconstrução mamária: Enxertos e demais técnicas especializadas para criar o mamilo e a aréola, assim como a simetrização da mama contralateral não operada.
A reconstrução da mama é finalizada através de uma variedade de técnicas para reconstruir o mamilo, a aréola e a mama não operada do outro lado, que pode ser operada nesta etapa final para ficar simétrica com a mama mastectomizada e reconstruída.
Os resultados finais da reconstrução podem ajudar a minimizar o impacto físico e emocional da mastectomia. Com o tempo, certa sensibilidade na mama pode voltar, e as cicatrizes tendem a melhorar, embora nunca desapareçam completamente. Há algumas limitações, mas a maioria das mulheres acha que são pequenas em comparação com a melhoria da qualidade de vida. Monitoração cuidadosa da saúde da mama através do autoexame, mamografia e demais técnicas de diagnóstico são essenciais para a saúde a longo prazo.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
1. Neste período inicial após a cirurgia o aspecto da mama não corresponde ao resultado final. É necessário aguardar um período que varia de 2 a 6 meses até que ocorra o desaparecimento completo do inchaço e a acomodação da pele.
2. No pós-operatório deve-se fazer alimentação habitual/normal.
3. Procurar manter-se em repouso com a cabeceira da cama elevada (por exemplo, com dois travesseiros) e não levantar bruscamente sem auxílio, para evitar tontura, nos 2 primeiros dias.
4. Nos primeiros 2 dias, é preferível tomar banho sentada numa cadeira de plástico, para evitar tontura. Os curativos de micróporo poderão ser molhados durante o banho.
5. Após o banho, deve-se secar os curativos com toalha e um secador morno, a 20 cm de distância, para evitar queimaduras. Não há necessidade de se trocar os curativos em casa nos 2 primeiros dias.
6. Os pontos serão retirados por etapas, no hospital ou consultório; na mesma ocasião, serão orientadas as trocas de curativos.
7. Deve-se evitar a elevação do braço acima dos ombros, para não fazer tração sobre a mama operada, por 15 dias.
8. Usar roupas que sejam fáceis de vestir, de preferência abotoadas na frente, como camisas.
9. A paciente poderá dirigir automóvel após a 4ª semana da cirurgia e fazer ginástica após 1 mês e meio.
10. As cicatrizes dos cortes podem ter aspecto róseo ou levemente avermelhado nos primeiros 6 meses, clareando e adquirindo a cor próxima a cor prévia da pele antes da cirurgia.
11. Deve-se evitar exposição das cicatrizes ao sol por 3 a 6 meses.
12. É necessário aplicar 4 vezes ao dia, no mínimo, hidratante na pele da mama, incluindo a incisão cirúrgica (alternar hidratantes comuns com óleo de amêndoas).
13. Se houver esvaziamento axilar, deve-se seguir as orientações dadas pelo mastologista, como por exemplo: não receber injeções nem verificar a pressão no braço do lado da mastectomia, etc.
14. Nos primeiros dias a mama reconstruída terá temperatura ligeiramente inferior ao do restante do corpo.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A gluteoplastia de aumento é uma cirurgia que permite corrigir assimetrias, aumentar o volume, melhorar a flacidez, a forma e a projeção dos glúteos. Pode ser realizada de duas maneiras:
O objetivo da gluteoplastia de aumento – cirurgia plástica de glúteos – é se restaurar ou aumentar o volume e melhorar forma da região glútea.
A gluteoplastia é indicada para pacientes maiores de 18 anos, que têm glúteos pequenos ou que não estão satisfeitos com a sua forma. Também é recomendada no caso de pacientes que tiveram uma perda de peso importante, com muita flacidez, ou em decorrência do próprio efeito da idade e gravidade.
Para os que desejam apenas realçar e melhorar a aparência do bumbum, podem também se beneficiar da cirurgia de implantes de silicone nos glúteos ou enxerto de gordura própria no glúteo.
Em casos onde o enxerto de gordura não deve conseguir um resultado satisfatório ou previsível, a colocação de implantes de silicone gel nos glúteos consegue atingir um resultado duradouro e atraente, com incisões cirúrgicas bem escondidas e discretas.
Caso não haja complicações em implante de silicone no glúteo, não há necessidade de troca.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
Durante a consulta, faz-se a avaliação do grau de hipotrofia muscular e flacidez dos glúteos, para que possamos ponderar sobre a necessidade de realizar a gluteoplastia com prótese de silicone ou com enxerto de gordura nos glúteos. Assim como a disponibilidade de gordura para a paciente doar de outras áreas para o glúteo.
Pré-operatório habitual segundo os riscos, doenças pré-existentes e idade da paciente
Os pacientes que realizam a cirurgia plástica de glúteos deverão ficar internados no hospital por 24h. Geralmente, na manhã do dia seguinte à cirurgia o paciente recebe alta, sendo liberado para ir pra casa.Embora não haja dor importante na recuperação, o paciente deverá lembrar sempre dos cuidados do pós-operatório que deverão ser observados para que nada interfira no resultado final da gluteoplastia.
Esse cuidado começa já no quarto, depois da cirurgia, quando o paciente deve permanecer em decúbito ventral (de barriga para baixo), quando estiver deitado, e manter esse cuidado até completar um mês. Além disso, não poderá se sentar sobre o implante no primeiro mês após a gluteoplastia.
Além do cuidado de não sentar no primeiro mês após a gluteoplastia, outro cuidado necessário é com a área de sutura, que deve permanecer sempre bem lavada e seca. Após isso, deverá fazer um curativo com gazes e nebacetin. O planejamento do posicionamento da cicatriz faz com que ela se torne discreta.
Não promove dor importante no pós-operatório.
As pacientes que se submetem à gluteoplastia têm como restrição maior o fato de não poderem se sentar em cima da prótese no primeiro mês após a cirurgia. Existem maneiras de se sentar sem apoiar na prótese. Se a gluteoplastia for feita somente com enxerto de gordura, pode-se sentar normalmente.
Além desse cuidado, no primeiro mês não se pode realizar esforços físicos, como academia. Dirigir deve esperar para depois de 21 dias da cirurgia, assim como dormir de lado e usar salto alto. Após dois meses da cirurgia pode-se realizar qualquer esforço físico, inclusive exercícios aeróbicos como corrida, ou academia com peso.
Utiliza-se uma malha compressiva depois da cirurgia plástica de gluteoplastia e por um período total de 1 mês.
Os pontos e a cola são removidos entre a segunda e terceira semana, devido a uma cicatrização um pouco mais lenta, característica da região sacral.
A cirurgia não impede, depois de sua recuperação total, após dois meses da gluteoplastia, de se sentar normalmente, praticar esportes ou qualquer outro tipo de movimento. Entretanto, cumpre lembrar que, uma vez realizada a cirurgia de glúteos com prótese de silicone, a paciente não mais poderá fazer uso de medicamentos injetáveis nos glúteos, pelo alto risco de perfuração dos implantes de silicone.
Os possíveis riscos de complicação envolvem a deiscência parcial da sutura (abrir um ponto ou outro) ou total (abrir todos os pontos), assim como a infecção. A deiscência da sutura é uma deficiência do organismo em completar a cicatrização; quando ocorre, é superficial e, na maioria das vezes. Pode estar ligada a infecções, à falta do paciente observar os cuidados exigidos no pós-operatório ou à tensão nas linhas de sutura. Pode ser tratada por uma nova sutura e pelo uso de antibióticos. Já o acúmulo de líquido na região, algo muito comum em qualquer cirurgia plástica, pode ter tratado pela simples retirada do líquido.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A abdominoplastia destina-se à remoção de pele e tecido adiposo (gordura) localizada no abdome inferior, assim como as estrias situadas entre o umbigo e os pêlos pubianos.
Através deste tratamento não é possível eliminar as estrias dos flancos (região lateral do abdome) ou da região acima do umbigo.
Existem algumas variações quando se explana acerca da dermolipectomia abdominal: pode-se utilizar as técnicas de mini-Abdominoplastia, Abdominoplastia clássica e Lipo-abdominoplastia. A escolha da técnica que melhor atende as necessidades da paciente é realizada durante a consulta.
A cirurgia plástica do abdome não deve ser considerada como um tratamento de emagrecimento. Pessoas obesas (IMC maior que 30) obtêm resultado pouco satisfatório com a cirurgia e a princípio a cirurgia seria contra-indicada, existem algumas exceções como no caso de ex-obesos que fizeram redução cirúrgica do estomago (gastroplastia). Nestes casos, a indicação cirúrgica poderá ser feita apenas por razões funcionais e higiênicas.
Reforça-se neste texto que a quantidade de “quilos” retirados não definirá o resultado estético. Isso porque não é somente o número de quilos que se retira nesta cirurgia que garante o bom resultado, mas sim as proporções que o abdome vai manter com o restante do tronco e os membros.
A abdominoplastia, por ser uma cirurgia de retirada de certa quantidade de pele e gordura, evidentemente haverá uma redução no peso corporal, que varia de acordo com o volume do abdome de cada paciente. No entanto, não é possível precisar quantos quilos serão eliminados, pois isso varia de paciente para paciente.
A abdominoplastia também corrige alguma flacidez da musculatura da parede abdominal. Assim, é possível reposicionar os músculos retos do abdome que estejam afastados após uma gravidez, distensões abdominais prolongadas, pacientes com grandes variações de peso, ex-obesos ou alguma outra condição que gere flacidez na musculatura e aponeurose abdominal.
Como também se trata de cirurgia de contorno, a abdominoplastia muitas vezes pode ser acompanhada de lipoaspiração em determinadas áreas, para a harmonia dentre os diversos segmentos corporais.
A abdominoplastia é realizada sob anestesia peridural com sedação ou anestesia geral, a critério da equipe cirúrgico-anestésica. Normalmente dura em torno de 2 a 4 horas. Lembre-se que o tempo total de permanência no centro cirúrgico é maior que o tempo real da cirurgia pois o preparo e a recuperação pós-operatória contribuem para este aumento. O(a) paciente deverá permanecer internado(a) no hospital por 1 dia, ou por períodos diferentes, de acordo com a avaliação médica de cada caso.
Lembramos que nenhum procedimento cirúrgico é isento de riscos. Eles são, de uma maneira geral, previsíveis e controláveis. Somente devem ser realizadas cirurgias estéticas em pacientes saudáveis e controlados que passaram por uma criteriosa avaliação pré-operatória.
Em alguns casos são colocados drenos que serão removidos em período variável no pós-operatório, de acordo com a avaliação médica. São feitos curativos locais e vestimos uma cinta elástico pós-cirurgica no(a) paciente que será usada nos primeiros 30 dias, ou de acordo com a recomendação específica para cada caso.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
Podem ser de tamanhos variáveis de acordo com a quantidade e localização do excesso de tecidos a serem removidos. Elas se caracterizam por uma linha arqueada, sendo baixa na região pubiana e elevando-se em direção lateral. Com este formato, ela é planejada para ficar escondida sob os trajes íntimos ou de banho.
Em determinadas situações em que não há distensibilidade suficiente da pele e subcutâneo supra-umbilicais para alcançar a região pubiana, ou seja, quando a sobra de pele entre o umbigo e a região do púbis não for muito grande,poderá haver a necessidade da complementação da cicatriz arqueada com um pequeno traço vertical mediano, deixando o aspecto final de um “T” invertido próximo a região do púbis.
As mudanças de coloração da incisão abdominal podem ocorrer até 12 meses, sendo a média de 6 meses para chegar perto da cor definitiva. A tonalidade da incisão abdominal pode passar do vermelho, no começo, para o marrom ou cores escurecidas, para em seguida começar a clarear. É o período que mais preocupa as(os) pacientes, todavia sendo temporário e variando de pessoa para pessoa.
Portanto, qualquer avaliação definitiva da qualidade de uma cicatriz abdominal de uma cirurgia deste tipo, deverá ser feita após um período de 12 meses. Na dúvida, converse com seu cirurgião. Teremos dicas e seguimento para deixar a cicatriz mais discreta possível, mas ela existirá.
Menos frequentemente, pode aparecer cicatrizes com alargamento ou grossas, altas e duras, formando quelóides ou cicatrizes hipertróficas. Estes estão relacionados à qualidade da pele, à genética do paciente e dos cuidados pós operatórios, e não ao modo como foi realizada a cirurgia. Se ocorrerem, seu médico lhe dará toda a orientação e tratamento adequado.
No caso de ex-obesos que perderam muito peso ou que foram submetidos a cirurgias de emagrecimento, pode haver mudanças quanto ao local da incisão e respectivas cicatrizes da abdominoplastia.
Muitas vezes a melhor incisão seria a da abdominoplastia em âncora ou em T”. Tudo será esclarecido durante a consulta e a indicação desta cirurgia somente sera possível após a avaliação do paciente.
A abdominoplastia é uma cirurgia bastante procurada atualmente. Por ser uma cirurgia plástica que confere um resultado notório, muitas pessoas tendem a pensar e avaliar seus prós e contras. Confira algumas das questões mais recorrentes no consultório:
Em mulheres que ainda não tiveram filhos, recomendamos refletir bastante antes de optar pela cirurgia, conversando com o seu médico e familiares, não porque a cirurgia impede que ela engravide, mas caso ocorra a gravidez após a abdominoplastia, os resultados estéticos poderão ficar comprometidos. Também após uma gravidez, recomendamos esperar que os tecidos se acomodem antes de se indicar uma cirurgia plástica do abdome. Não aconselhamos a cirurgia antes de 6 a 12 meses após o parto.
Orientamos interromper o tabagismo de 30 a 60 dias antes da abdominoplastia. É sabido que o fumo prejudica na circulação sanguínea, incluindo a da pele e dificulta a cicatrização, levando até mesmo à necrose de pele. Medicações como enoxeparina (anticoagulantes) poderão ser utilizados no seu caso se você for um (a) ex-fumante. Isto será orientado pelo seu médico.
As evoluções que podem ocorrer e não interferem no resultado, são exemplos: equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), extrusão (eliminação) de pontos internos (pode-se sentir umas pontinhas do fio se isto ocorrer), deiscência de pontos (abertura de um ou outro ponto), seroma (acúmulos isolados de líquidos que se formam pelo grande descolamento do tecido), alterações passageiras ou definitivas da sensibilidade da pele.
Em alguns casos, poderá ocorrer, após o 8º dia, a eliminação de certa quantidade de líquido amarelado ou sanguinolento, por um ou mais pontos de cicatriz. Não se preocupe, porque se isto lhe ocorrer não significa complicação.
Outras intercorrências indesejáveis e mais complexas, que felizmente são raras: infecção, grande deiscência (abertura) de pontos, necrose (morte) parcial ou total da pele próximo à cicatriz, grandes hematomas que precisam ser drenados em centro cirúrgico ou outras intercorrências que podem ocorrer em qualquer procedimento cirúrgico, como alergias, anafilaxias. Estas últimas ocorrência, felizmente, não são frequente. Nestas eventualidades é fundamental manter a calma e conversar profundamente com seu médico que cuidará atentamente do seu caso. Continuar confiando no seu médico ainda é o melhor caminho e ele saberá como lhe ajudar, pois só ele sabe realmente como foi realizada sua cirurgia, em todos os seus detalhes. Óbito é extremamente raro mas pode ocorrer em qualquer procedimento cirúrgico.
A abdominoplastia associada ou não à lipoaspiração não é cirurgia para o resto da vida. A qualidade dos resultados sofre alterações contínuas ao longo dos anos. Alguns fatores como idade, variação do peso corporal, qualidade e textura da pele, influências hormonais, gravidez, interferem na forma do abdome.
Quando pertinente, nova cirurgia poderá ser indicada. Porém sempre solicitamos para as pacientes se cuidarem para que a cirurgia dure em ótimo resultado o maior tempo possível. Se for necessário com o tempo uma nova cirurgia, por idade avançada ou devido à paciente engordar ou engravidar, esta nova cirurgia não é considerada um retoque da primeira. É um novo procedimento que poderá ser indicado para tratar os efeitos do tempo e demais fatores sobre o abdome.
Essa gordura ou flacidez nova necessita de reintervenção futura (lipoaspiração ou nova abdominoplastia) não representando complicação, erro nem resultado ruim da cirurgia anterior de abdome.
IMPORTANTE: Se for necessário retoque ou refinamento não significam incapacidade técnica mas sim uma revisão cirúrgica para se alcançar resultados ainda melhores. Os custos destes possíveis retoques serão discutidos em consulta de retorno.O código de ética e conduta do CRM e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe o Cirurgião Plástico de exibir em sites ou mídias fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação como jornal, TV e sites também é vedada.Para saber estes detalhes agende uma consulta.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa.Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A lipoaspiração é um método cirúrgico desenvolvido na França. A lipoaspiração destina-se à remoção de gordura localizada, com cicatrizes reduzidas, por meio de um aspirador próprio para este procedimento.
A lipoescultura nada mais é que um termo difundido pela mídia que caracteriza a mesma lipoaspiração, porém com a utilização da gordura aspirada para preenchimentos de alguma depressão corporal ou aumento de volumes corporais como a região do glúteo (lipoenxertia).
Obviamente não é um tratamento de obesidade, devendo ser encarado como uma cirurgia de melhoria do contorno corporal.
Sendo uma cirurgia que retira determinada quantidade de gordura, sendo recomendado no máximo de 5% do peso corporal ideal, poderá haver uma redução no peso, que varia de acordo com a retirada do volume corporal de cada paciente. Não são, entretanto, os “quilos” retirados que definirão o resultado estético, mas sim as proporções que cada área determinada mantenha com o restante do corpo.
Esta técnica pode ser utilizada em regiões corporais que apresentem acúmulo localizado de gordura. Entretanto, há limitações técnicas e anatômicas como toda cirurgia estética.
A lipoaspiração não vai corrigir flacidez de pele ou da musculatura local. Assim, a remoção do excesso de gordura poderá acentuar a flacidez, já que a pele (com sua elasticidade prejudicada) ficará sem uma boa sustentação. Converse na consulta com seu médico para saber se seu caso seria de lipoaspiração ou dermolipectomia (retirada cirúrgica de pele e gordura).
Nos casos de indicação de lipoaspiração pura, não deverá haver acentuada flacidez de pele, mas somente excesso de gordura localizada em uma região com boa elasticidade da pele.
Não há limitações de idade para esta cirurgia se o paciente estiver em boas condições clínicas e com boas condições de elasticidade de pele, sem muita flacidez. Entretanto, mesmo nestes casos de flacidez, a lipoaspiração pode ser considerada se associada a outros procedimentos. Assim, ou a “lipo” será complementada por uma remoção de pele flácida ou o paciente deverá aceitar a possibilidade de ficar com um grau mais acentuado de flacidez naquela região, com possíveis irregularidades de superfície.
Grandes lipoaspirações são procedimentos passíveis de maiores riscos operatórios e devem ser desaconselhados. Em certos casos é preferível indicar o tratamento dividido em etapas, pensando em maior segurança para o(a) paciente.
A “Lipo” pode ser associada a outras cirurgias, dependendo das suas dimensões e da particularidade de cada caso. Isto será esclarecido pelo seu cirurgião, ponderando as expectativas e as possibilidades técnicas.
A lipoaspiração não é considerada um tratamento para obesidade, muito menos para emagrecimento. O principal objetivo da cirurgia é melhorar o contorno corporal e não a eliminação de peso.
O médico deve conversar com o paciente antes de submetê-lo à cirurgia e informar os possíveis riscos da lipoaspiração. Veja quais são:
As perfurações de órgãos são raras e na maioria das vezes que ocorreram não foram Cirurgiões Plásticos que estavam fazendo a lipoaspiração.
No caso de dúvidas, a paciente deve entrar em contato com seu médico o qual estará a disposição para esclarecimentos neste período pré-operatório.
Deve-se aproveitar para esclarecer dúvidas quanto aos riscos, complicações, medicações e tratamentos complementares pós-cirurgia, como drenagem linfática e tratamento de cicatrizes. Sugerimos que a paciente obtenha o maior conhecimento possível acerca de sua cirurgia neste período.
O ideal seria interromper o hábito de fumar por 1 a 2 meses antes da cirurgia. E após a cirurgia não retornar ao habito de fumar. Podemos te ajudar nesta tarefa.
As pessoas que são tabagistas deverão tomar uma injeção anticoagulante (enoxeparina) após a cirurgia.
Caso não consiga parar de fumar no pré-operatório avise a equipe médica pois cuidados especiais deverão ser tomados se a cirurgia for liberada. Além disso, o cigarro pode interferir na recuperação da cicatriz, portanto, o ideal é evitar.
A anestesia pode ser geral ou peridural com sedação.
A cirurgia da lipoaspiração consiste na introdução de cânulas (tubo fino) através de pequenas incisões sob a pele, de 0,5 centímetros. O procedimento pode durar em média de 30 minutos a 4 horas. Uma solução líquida estéril de soro fisiológico e adrenalina é infundida para reduzir o sangramento. Logo em seguida, a cânula é inserida por meio de uma incisão para aspirar a gordura, as cânulas podem ser de diversos calibres e formatos, a gordura é aspirada, dando o contorno programado. A gordura é aspirada para fora do corpo através de um aspirador cirúrgico ou seringa ligada à cânula.
A área operada será comprimida por modeladores elásticos ou faixas compressivas, cujos modelos vão variar de acordo com a região tratada. Esta compressão é extremamente importante para o controle do edema (inchaço) e remodelação corporal, somente sendo retirada para o banho na fase inicial do pós-operatório.
É importante seguir todas as recomendações médicas no pós-operatório, uma vez que o tratamento não se encerra com o fim do ato cirúrgico.
Além disso, a falta de cuidados nesse período pode causar problemas na cicatrização, infecções, fibroses, depressão, irregularidades e aderências.
As cicatrizes da lipoaspiração correspondem a pequenos cortes de 5 a 10 mm. Geralmente, estão localizadas em lugares discretos, cuidadosamente colocados em pontos estratégicos que são planejadas para estarem disfarçadas em sulcos, dobras, relevos naturais ou em áreas normalmente cobertas por calcinha e soutien ou biquíni.
Após a alta do hospital, o paciente deve permanecer em repouso relativo durante três dias em casa. Mas não há necessidade de ficar deitado o tempo todo, é importante fazer pequenas caminhas em casa para evitar complicações. Nesses três dias após a cirurgia pode haver um extravasamento de líquido sanguinolento (avermelhado) da incisão, o que é considerado habitual. O Banho deve ser feito nos dois primeiros dias com o paciente sentado sob o chuveiro para evitar tonturas ou quedas.
No primeiro e segundo dia a alimentação o paciente deve fazer alimentação leve, progredindo para o normal a partir do segundo ou terceiro dia. A alimentação deve ser saudável, tomando cuidado para não engordar novamente. Recomenda-se o consumo frutas, verduras, legumes, vitaminas e ferro para ajudar na recuperação da perda de sangue.
Após 48 horas o curativo deve ser trocado de acordo com as orientações médicas.
No pós-operatório, devido ao inchaço, o paciente não percebe o resultado da cirurgia. O edema aumenta aproximadamente primeiros sete dias e depois começa a diminuir. Assim como a dor e as equimoses (manchas roxas na pele) que tendem a desaparecer.
Drenagem linfática pós-operatória é recomendada para regressão do inchaço pós-operatório, acelerando os resultados, reduzindo as fibroses e melhorando o contorno corporal. Pode ser iniciada a partir do quarto dia de pós-operatório, quando a dor não dificultar este tipo de procedimento.
O paciente poderá dirigir automóvel após a 3ª semana e fazer ginástica ou atividade física após completar um mês e meio, devendo evitar a exposição das cicatrizes ao sol pelo menos até o 3º mês de pós-operatório.
equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), pequenos hematomas que podem drenar espontaneamente ou necessitar drenagem cirúrgica, deiscência de pontos (abertura do corte), seroma (coleção de líquidos que se formam no subcutâneo), alterações permanentes (definitivas) ou passageiras da sensibilidade.
Outras intercorrências indesejáveis e mais complexas que felizmente são raras: infecção, transfusão de sangue, necrose parcial ou total da pele (maior ocorrência em tabagistas), aumento da flacidez da pele na área aspirada e outras intercorrências pertinentes a qualquer procedimento cirúrgico. As irregularidades de superfície podem ocorrer devido a uma má resposta retrátil da pele, ou lipoaspirações superficiais. Em qualquer uma destas eventualidades é fundamental manter a calma e conversar profundamente com seu médico que cuidará atentamente do seu caso. Continuar confiando no seu médico ainda é o melhor caminho e ele saberá como lhe ajudar.
Óbito é extremamente raro mas pode ocorrer em qualquer cirurgia.
A lipoaspiração não é cirurgia plástica para o resto da vida. A qualidade dos resultados sofre alterações contínuas ao longo dos anos. Alguns fatores como idade, variação do peso corporal, qualidade e textura da pele, influências hormonais e gravidez interferem na forma do corpo. Quando pertinente, nova cirurgia poderá ser indicada. Porém, sempre solicitamos para as pacientes se cuidarem para que a cirurgia dure em ótimo resultado o maior tempo possível. Se for necessário com o tempo uma nova cirurgia, por idade avançada ou devido a paciente engordar ou engravidar, esta nova cirurgia não é considerada um retoque da primeira. É um novo procedimento que poderá ser indicado para tratar os efeitos do tempo e demais fatores que afetam o formato do corpo.
Essa gordura ou flacidez nova pode necessitar de reinternação futura (lipoaspiração ou abdominoplastia) não representando complicação ou erro ou resultado ruim da cirurgia anterior.
IMPORTANTE: Se for necessário retoque ou refinamento não significam incapacidade técnica mas sim uma revisão cirúrgica para se alcançar resultados ainda melhores. Os custos destes possíveis retoques serão combinados em consulta de retorno.
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados o que, eticamente, não fazemos.
A cirurgia é realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa Equipe preza pela garantia da qualidade do serviço e o bem estar da paciente, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
Seguir exatamente nossas orientações pós-operatórias é parte integrante do tratamento cirúrgico.
MUITO IMPORTANTE: É comum que as expectativas em relação à cirurgia plástica sejam muito grandes, mas não se deve ter por parâmetro o corpo ou o resultado obtido por outra pessoa. Baseie-se apenas em você mesmo para pensar em seu resultado e nas possibilidades que seu próprio corpo confere para se alcançar um resultado.
Consulte informações sobre seu cirurgião plástico junto à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica